Dias melhores...

...eu acredito neles. MESMO.

Hoje é dia 17 de julho e 6 anos atrás eu estava chorando largada num aeroporto. Deixando pra trás um dos amores da minha vida (foram tantos, e sobrou nenhum pra contar a história, haha), deixando a vida que eu acreditava ser a minha e que me fazia feliz. Passei muito tempo pensando que eu tinha dado um passo pra trás e que tudo estava perdido. Hoje, quando penso nisso tudo, agradeço por ter sido sensata e voltado a tempo. Os dias melhores, que eu achei que jamais chegariam, chegaram e foram ótimos. Me formei, viajei, dancei, me diverti muito e mudei mais ainda. Eu jamais me perdoaria se estivesse naquela vida até hoje. 
Só que os dias já não estão assim tão bons. Estou passando por algumas provações e sinto que é hora de conquistar coisas novas. Quem sabe investir num novo amor da vida que vai durar 2 meses ou naquele curso de história da moda. Preciso encontrar a força que vai me ajudar a encarar esses tempos ruins e lembrar que aqueles dias tão lindos, que por mais que as vezes eu esqueça, sei que sempre vem, estão ali dobrando a esquina.


* ouvindo Little Wonders, que é cafona, mas que é uma das maiores lembranças daquela vida, que foi minha e me fez muito feliz.

Mein liebe

Já falei sobre meu amor por Berlim aqui. Inclui Berlim numa viagem por questão de conveniência geográfica, não pesquisei absolutamente nada sobre a cidade, e desembarquei lá de trem com tudo que eu lembrava das aulas do colégio. Só. E como dizem por aí, não criar expectativas é uma virtude... Veja bem: se você criar altas expectativas sobre Berlim, elas serão alcançadas, fique tranquilo. Mas cheguei lá sem fazer idéia do que me aguardava, e isso conseguiu deixa-la ainda mais incrível. Me apaixonei instantaneamente pela cidade, pelos bairros, pela vibe, pichações, batida eletrônica, e pela sensação de estar no meio de tudo, na maior paz. Detalhar como ver e viver tudo isso fica pra outro post. Agora, apenas um appetizer...


Ich liebe Berlim <3

Metas: sempre é tempo para mais uma!

Tava aqui, tirando aquelas bolinhas que insistem em surgir na minha meia, quando parei pra pensar: será que eu largo muito do que eu começo pela metade? Comecei a lembrar do ballet, do sapateado, do piano, francês...pois é...tudo que eu larguei pelo caminho. Pensando melhor ainda, fiquei com a impressão de que o que serve pra vida profissional eu levo até o fim, e o que serve pra mim, para o meu gosto pessoal, vai ficando pelo caminho conforme o tempo vai apertando, o dinheiro, a paciência, etc. Acho injusto. Acho injusto que eu leve os meus empregos tão a sério, passe o dia olhando o blackberry pra ver se o chefe mandou e-mail, mas tenha deixado tantas coisas que eu gostava pra trás por falta de tempo. Não que a solução seja tratar a minha vida profissional com desleixo, mas acho que ta na hora de olhar para a minha vida pessoal com o mesmo carinho. É isso, mais uma meta para 2013 :)

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