Outro dia indiquei aqui um artigo da Nina Lemos. Fiquei de divagar sobre ele em outro momento, mas ainda não organizei as idéias (gente, eu sou muito lerda pra concatenar meus pensamentos rs). Mas eu gostei de ver os comentários, da identificação, etc e tal. E por isso achei legal compartilhar algumas coisas que andei lendo, porque podemos criar um debate bem produtivo ;)
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Dona Emilia, minha amiga querida, embalada por um vídeo, faz uma análise muito certeira sobre "Millennials" (ou seja, sobre nós rs) e o mundo corporativo. Os pontos abordados são muito interessantes, e levando a coisa ainda pra outro rumo, me fez pensar em outras conversas sobre outros assuntos que andei tendo por aí. Por exemplo: uma conhecida "não acredita na palavra não". Ela educou sua filha, hoje com 12 anos, sem falar NÃO. Preciso nem dizer que a menina é um tanto quanto arisca (pra ficar num vocabulário aceitável sobre crianças) rs... Mas me pergunto: como que essa pessoa vai encarar o mundo adulto, o mercado de trabalho, sem nunca ter ouvido um não? Porque a gente sabe, que o que mais se encontra nessa vida, é não. Já falei da influência da criação aqui no blog em outras oportunidades (aqui e aqui por exemplo), mas sempre com um viés "sobre a elite". E de repente você se da conta que nem é mais questão de elite, é uma geração inteira.
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Esse texto do Buzzfeed sobre as belezuras de passar dos 30. Tem várias coisas bem dramáticas, porém engraçadas. Mas o que eu gostei mesmo foi desse trecho que peço licença pra colar aqui:
"Eventually you realize that you are not compatible with people who are draining your energy with their shenanigans. The best part is that you start to be able to identify this quality in a person before you get into a complicated friendship or relationship with them." E gente, como isso é real. Como bate uma canseira de gente que é chegada num drama. Eu sempre fui uma pessoa prática, mas acho que com a idade vem uma "serenidade" pra cada vez mais matar os problemas no peito. E isso, é claro, vai da personalidade da pessoa. Tem gente que tem mais facilidade, outras menos, ok, normal... mas só reclamar, só se vitimizar, só dramatizar, só entulhar o ouvido dos outros com os problemas que o sujeito não move uma palha pra resolver?! Thanks but no thanks.
Um artigo interessante sobre a política de dress code da GM, instituída pela Mary Barra, CEO da companhia. Vocês já pararam para pensar em como essa coisa de dress code de trabalho é mais um problema para as mulheres? É mais uma coisa para pensar e gastar tempo? Que homem só segue uma linha básica: precisa de terno? Precisa de gravata? Pode usar calça jeans? E pronto, com essas três perguntas os caras meio que resolvem a questão do dress code, e se bobear, usam a mesma roupa todos os dias e ninguém nem repara. Enquanto isso, nós mulheres, temos que pensar se tem muita pele a mostra, se a blusa é adequada, se o comprimento é ok, se a calça é muito justa, se o vestido é muito sensual, se a maquiagem está muito forte, se o esmalte é chamativo. E repetir várias vezes? Nem pensar. Enfim... Mais do que dress code, o artigo fala sobre gerência responsável. Sendo Mary Barra uma mulher que começou no chão de fábrica e chegou onde chegou, achei bem interessante os dois centavos dela sobre o assunto.
Esse Ted Talk sobre línguas. Eu ando muito interessada sobre o assunto. Primeiro porque direto a Bárbara, especialista, escreve posts interessantes que apontam em direções que eu nunca tinha considerado. Segundo porque desde que comecei a aprender alemão comecei a reparar mais sobre como língua influencia todo um povo. Vejamos: no alemão é quase impossível começar uma frase se você não souber exatamente como vai termina-la. Isso porque o verbo tem que ir, normalmente, no final. Cada palavra tem um lugar para estar: o não para discordar, o adjetivo, etc. Não existe começar a falar e ir improvisando rs... Aí eu começo a achar que um povo que precisa pensar antes de falar, que precise organizar cada frase que fala, seja mesmo mais organizado e mais racional. Enfim, são viagens da minha cabeça, e eu adorei ver esse vídeo e pensar mais sobre o assunto :)
Alguém achou algo interessante? Alguma epifânia vinda dos links? Vamos conversar?
"Eventually you realize that you are not compatible with people who are draining your energy with their shenanigans. The best part is that you start to be able to identify this quality in a person before you get into a complicated friendship or relationship with them." E gente, como isso é real. Como bate uma canseira de gente que é chegada num drama. Eu sempre fui uma pessoa prática, mas acho que com a idade vem uma "serenidade" pra cada vez mais matar os problemas no peito. E isso, é claro, vai da personalidade da pessoa. Tem gente que tem mais facilidade, outras menos, ok, normal... mas só reclamar, só se vitimizar, só dramatizar, só entulhar o ouvido dos outros com os problemas que o sujeito não move uma palha pra resolver?! Thanks but no thanks.
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Um artigo interessante sobre a política de dress code da GM, instituída pela Mary Barra, CEO da companhia. Vocês já pararam para pensar em como essa coisa de dress code de trabalho é mais um problema para as mulheres? É mais uma coisa para pensar e gastar tempo? Que homem só segue uma linha básica: precisa de terno? Precisa de gravata? Pode usar calça jeans? E pronto, com essas três perguntas os caras meio que resolvem a questão do dress code, e se bobear, usam a mesma roupa todos os dias e ninguém nem repara. Enquanto isso, nós mulheres, temos que pensar se tem muita pele a mostra, se a blusa é adequada, se o comprimento é ok, se a calça é muito justa, se o vestido é muito sensual, se a maquiagem está muito forte, se o esmalte é chamativo. E repetir várias vezes? Nem pensar. Enfim... Mais do que dress code, o artigo fala sobre gerência responsável. Sendo Mary Barra uma mulher que começou no chão de fábrica e chegou onde chegou, achei bem interessante os dois centavos dela sobre o assunto.
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Alguém achou algo interessante? Alguma epifânia vinda dos links? Vamos conversar?













