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Nossa primeira viagem com um bebê: Provence

Não tenho a menor intenção de transformar esse blog num blog de maternidade. Aliás, eu tenho muitas reflexões sobre a minha maternidade, sobre as coisas que me atravessam, sobre as mudanças na minha vida, no meu corpo, no meu dia a dia. Adoro falar sobre elas, e tenho sim a intenção de trazer essas reflexões para cá. Mas outro dia eu tava pelo twitter, e tava lá o maior bafafá porque aquele site é feito de contenda e bafafá rs, mas também porque uma pessoa fez um fio sobre como ela não queria ter filhos porque gosta de viajar. Eu não vou ser cretina de dizer que não tem relação, porque tem sim. Um filho afeta a nossa vida de mil maneiras, e uma delas é no financeiro. Filho pode custar caro, no Brasil pode custar MUITO caro, e eu entendo que uma familia de classe média que faz umas viagens talvez não consiga fazer se tiver que pagar uma escola (que pelo que ando escutando, ta pela hora da morte). 


Mas tirando esse recorte, eu acho que muita gente tem medo de que os filhos vão acabar com a vida da gente. E sim, a vida como a gente a vive sem filhos acaba mesmo. Mas a sua vida continua, você não morre. É uma questão de encontrar novas formas de fazer as coisas que você tanto gosta, mas também aceitar que nem sempre tudo rola, que nem tudo rola na hora que a gente quer, do jeito que a gente quer. E pra falar como a gente segue viajando, mas de um novo jeito, eu vou tentar registrar nossas viagens com Dominic <3


***


Quando Dominic tinha 3 meses, nos aventuramos em nossa primeira viagem com ele. A gente não sabia se ia dar certo, não queria se comprometer com tickets e reservas, então pensamos num roteiro de carro até a região de Provença, na França, e deixamos pra resolver se íamos ou não faltando alguns dias. Parecia tudo simples, né? Só que tinha um porém: Dominic foi um bebê que ODIAVA carro com todas as suas forças. Era colocar ele na cadeirinha, pra ele chorar e berrar até vomitar. Não dormia de jeito nenhum no carro, só reclamava e berrava. Um caos. Mas resolvemos que não podíamos ficar reféns dessa situação rs... Como marido tinha 2 semanas de férias, fizemos um plano de ir bem devagarinho, parando o quanto fosse necessário. 


Saímos de Zurich e paramos em Berna. De lá, seguimos até Annecy, que fica um pouco depois de Genebra. Foi um dia inteiro de viagem, porque ficamos quase 3 horas em Berna dando um reset no menino rs. Reservamos um apartamento para uma noite em Annecy, e chegando lá fomos correndo jantar. Eu adoro Annecy, uma vila lindíssima, rodeada de montanhas e com um lago azul de doer. Já passei por lá umas 3 vezes, mas sempre gosto de andar pelas ruas e canais, é puro charme, mesmo debaixo de chuva.



No dia seguinte tomamos um café delícia no Haven, um café australiano, enquanto bebê dormia no canguru, e seguimos viagem. A nossa segunda parada foi por duas horas no meio do NADA, mas paciência. Foi na hora que o bebê precisava. No fim do dia chegamos em Avignon, a nossa casa da semana. Escolhemos fazer Avignon de base para passeios diários porque em coisa de meia hora de carro conseguiríamos chegar em várias vilinhas da região, e Avignon seria uma cidade com um tamanho bom - oferece bastante restaurantes, e também delivery, farmácia, e o que mais precisássemos. Foi um acerto. Gostamos muito da cidade, passeamos por ela várias vezes, comemos muito bem, e o nosso apartamento era bem espaçoso, bem equipado, perfeito pra colocar o bebê pra dormir e poder conversar, ver tv, cozinhar. 


Passamos uma semana em Avignon, e visitamos varias cidades. Vou falar um pouquinho de cada uma delas - e vai ser bem pouquinho mesmo rs.. porque um ano depois (e que ano!), minha memória ta bem limitada de detalhes. 


Avignon

A nossa base, uma cidade de tamanho mediano. Tem bastante lojas, bastante bares, restaurantes, e embora tenhamos estado ali durante a Páscoa, achei a cidade bem tranquila, sem muito turismo de massa, com praças, ruas de pedestres, bem gostosa mesmo. A cidade antiga e rodeada por uma muralha, e essas ruas ai no meio tem mais cara de cidade antiga europeia. A praça principal é bem medieval e tem um castelo, igreja, carrossel. Mas eu gostei mesmo foi de andar por vários dos bairros, ir no mercadão, parar pelas lojinhas. Me pareceu uma cidade super morável. 









Carlitinho com o lenço da festa de Arles (que já vai aprecer aqui) na Place du Palace



As ruas de Avignon, uma graça 


St. Remy de Provence

Tinham nos recomendado ficar nessa vila, que é muito fofa e bonitinha. Depois de dar uma pesquisada, entedemos que sendo menor, talvez estivesse com as coisas fechadas durante o feriado, e que poderia se tornar um perrengue rs. Acabamos indo passear por lá e confirmamos nosso entendimento. A cidade é uma graça, com ruelas fofas e fotogênicas, muitas lojas de artesanatos, mas também de roupas de linho, bolsas de palha, lojas de móveis, de charcuteria. Parece um mercadinho. Nós chegamos por volta do meio dia e tava tudo com cara de fechado. Não demos muita sorte (e nem muito azar rs) com o tempo, tava dando uns pingos aqui e acolá, e parecia que tínhamos estrado numa furada. Mas quando deu 2 da tarde começou a abrir tudo. Coisas do interior.. o comércio fecha pro povo ir almoçar rs. Em outros tempos eu achava isso o fim do mundo, hoje acho maravilhoso. Nós acabamos almoçando um crepe porque os restaurantes abertos, que não eram muitos, estavam lotados. Alias, um ps importante: eu sempre tive a ideia de ir pra essa região ver lavanda, mas essa não é a época. Eles estão começaaaando a entrar na temporada, mas ainda é  baixa. Então muita coisa está fechada de férias, e não tem campo de lavanda pra visitar. 



As ruas todas em tons pasteis, uma poesia


De lá pegamos uma estradinha muito bonita, mas muito sinuosa até Baux de Provence, um vilarejo encrustado numas pedras, e com uma vista lindissima pra mais rochas interessantes. O vilarejo é bem pequetito, com algumas poucas lojas de artesanato local, alguns poucos bares, mas muuuito charmoso, com uma vista que não encontra justiça em fotos. É muito bonito mesmo! 

A vista do vilarejo



As lojas sempre fofas

Orange

Num dia que ficamos por Avignon até mais tarde, resolvemos ir dar uma olhada em Orange, uma cidade pertinho que eu achei que já tinha ouvido falar rs. Acho que não. Achei Orange bem desinteressante, coitada. Veja bem, não é que não valeu o passeio, porque tem lá um anfiteatro romano conservadíssimo, inclusive com a parede acústica intacta, o que hoje é raríssimo, se não único. Nós ficamos andando por lá tentando achar algum bairro, alguma ruazinha charmosa, e não fomos muito bem sucedidos. Mas topamos com mais ruínas romanas, e isso já é charme suficiente. Também procuramos um bar ou restaurante, mas tava tudo fechado. 

 




Climinha cidade fantasma rs.. mas agora vendo essas fotos, achei ela mais bonitinha do que minha lembrança registrou

L'Isle-Sur-la-Sorgue

Um dos highlights da viagem. Uma vila muito, muuuito charmosa, entrecortada por canais, e com um rio de aguas limpíssimas. A gente foi parar la porque no dia estava rolando um mercado de antiguidades bem recomendado, mas a cidade foi uma surpresa muito agradável. O mercado em si ja vale a viagem pra quem se interessa por cacareco e second hand rs. Era bem grande, com muita coisa, e toma um dos principais canais inteiro. A gente passou uma boa parte da manhã explorando o mercado, e depois continuamos andando pela cidade, buscando cantinhos para sentar, tomar um café, comer uma sobremesa. Encontramos uma loja super legal de produtos regionais, e compramos um monte de petisco pra ser nossa janta rs. 


O mercado de segunda mão




As ruas mega charmosas

Cachorro feliz: temos

E esse rio


Arles 

Pra mim, a melhor da viagem. A gente foi num dia em que, também, marido tinha visto que tinha um mercado lá. Acabamos chegando meio tarde pro mercado, mas nem sofremos, porque a cidade estava em festa, e nos ja fomos passear. Pra começar: Arles é a cidade do Gypsy Kings. Sim, eu e meio mundo achava que o grupo e espanhol, mas é francês, e de Arles. A cidade tem sim uma influencia espanhola, pois essa festa em Abril é justamente a abertura anual das touradas. Pois é, tem tourada na França. Coisas que a gente aprende nas viagens. Eu sou contra tourada, não me interessa, e passamos longe delas. Mas a cidade toda estava em clima de festa, as pessoas todas com um lencinho azul amarrado no pescoço,  e muitas baladas rolando já durante o dia. Nos sentamos para almoçar numa praça onde estava tendo musica e tava tudo uma alegria, até que a festa ficou séria rs.. a músico ficou muito alta, inapropriada pra um bebê pequeno, e nos saímos correndo. Continuamos andando e entrando em lojinhas, igrejas, tomamos um sorvetinho, e ai também mais uma descoberta. Tem uma loja de perfumes que tem cheiros de casa maravilhosos, chama Fragonard. E ela é originaria de Arles.. a em que entramos era pequena mas linda, tem até roupas. E seguimos no nosso tour, que culminou no anfiteatro romano da cidade. Pois bem, como se não bastasse ser belíssima, charmosíssima e animadíssima rs... Arles ainda tem ruínas romanas bem conservadas, inclusive um anfiteatro. 

A saboaria da Provença

Dançando pela rua com um bebê dormindo rs


Ruínas romanas





Depois de uma semana muito alegre, cheia de descobertas e aprendizados, pegamos o caminho de volta pra casa. Paramos em Grenoble para almoçar, uma cidade que eu ja ouvi tanto sobre, porque duas amigas queridas fizeram intercambio la. Não conhecemos muita coisa, só demos uma volta pelo centrinho, almoçamos um crepe, e seguimos viagem. Passamos a noite em Genebra para descansar. Eu não sou muito fã de Genebra, acho a cidade bem sem gracinha, e na parte francesa sou team Lausanne rs. Mas fomos tomar café da manha no Oh Martine!, e eu achei um lugar muito muito legal, com café bom e comida gostosa. Ja valeu o passeio! No dia seguinte retomamos a estrada, paramos em Berna mais uma vez, e ao fim do dia chegamos de volta em casa. Dez dias de viagem, e sobrevivemos todos. 


Essa viagem foi um belo aprendizado, e entendemos muitas coisas que fizemos certo, outras que fizemos errado, e que fomos melhorando pras próximas rs. Uma foi a questão do apartamento x hotel. Eu já sabia que pra gente apartamento seria melhor, embora eu goste muito de hotel, serviço de hotel, café de hotel rs. E foi por isso que em Avignon ficamos num AirBnb bem espaçoso. Mas como não sabíamos se a viagem ia correr bem, se íamos ter que parar muito, pouco, não sabíamos bem onde iríamos passar a noite no caminho de volta, deixamos para reservar faltando poucos dias. Moral da história: não tinha muitas opções viáveis em Genebra e acabamos ficando num hotel. O resultado foi o bebê dormindo, e eu e marido comendo em silencio no escuro e se falando por WhatsApp hahaha.. nunca mais. 


Outra coisa foi a previsão do tempo e roupa pro bebê. Eu subestimei a previsão do tempo na Provença, porque não sabia que lá tinha um tal de um vento da pega, o Mistral. Sério.. ventava MUITO, e embora a temperatura estivesse agradável, a sensação era de frio. Não levamos roupa quente o suficiente pro Domi. Ele tinha duas roupas mais quentinhas, e eu acabei lavando elas algumas vezes ao longo da viagem, e foi basicamente só o que ele usou. Aprendi que pra criança o melhor e mesmo levar roupa pra tudo que é tempo, mesmo que não use. É sempre bom ter. 


Como eu disse no começo: você não precisa parar de viajar, mas precisa, sim, aceitar que a viagem vai mudar. O apartamento, as mil tralhas que carregamos e as outras mil que deveríamos ter carregado, os jantares sempre em casa, a festa da qual fugimos assim que ficou boa, a degustação de vinho que não fizemos. Mas a alegria de começar a explorar o mundo com nosso filho, de poder ver e viver lugares com ele, são alegrias que, pra mim, valem demais. 

Lyon: uma belíssima surpresa francesa

Esses dias eu me peguei lendo um post mais antigo que eu contava com mais detalhes algumas viagens, e foi muito gostoso reviver. Resolvi que era hora de voltar com esse hábito por aqui. E como acabamos de voltar por uma roadtrip pela França, nada melhor do que a memória fresquina, né? Voilà.

***
 Lyon não é exatamente uma cidade desconhecida, todo mundo ouve falar, sabe que está entre as grandes cidades francesas, mas pense aí: você consegue pensar em algo que te remeta a Lyon? Eu não. E ao longo dos anos, aqui e ali, alguém falava que Lyon era uma cidade a visitar, mas nunca fiquei muito com o porquê registrado. E isso acabou por anular qualquer expectativa que eu pudesse ter, e simplesmente me permitir ser impactada por essa cidade. Planejamos esse rolê algumas vezes, sempre cancelado por motivos pandemicos. Mas acho que aconteceu na hora certa: um fim de semana de muito sol, calor, e ventinho gostoso. 


Chegamos em Lyon na sexta a noite, uma viagem de quatro horas e meia de Zurich. Você vai ate Genebra e de lá é mais uma hora e meia. Nos hospedamos na região da Gare Perrache, que tem bastante opção de hotéis, bares e restaurantes, e foi uma indicação de amigos que já moraram na cidade. Na Gare tem ainda estacionamento, o que facilita também se tiver de carro (o custo é 23 euros por 24h, e a recepcionista do hotel disse que é dos mais baratos da cidade). Por já estar passando das 8 da noite, fomos dar uma volta pelas redondezas e achar um lugar pra jantar. Acabamos na Brasserie Georges, a brasserie mais antiga de Lyon. É enorme, não precisa reservar, tem um menu grande, atende bem crianças, tem parabéns pra você com muita cantoria, e o garçon prepara um steak tartare na mesa que é delícia. Recomendo! 

Sábado andamos meio a ermo pela cidade. Começamos pela beira do Ródano, que é linda, de babar, e nessas eu já estava encantadíssima por Lyon. Andamos pelas ruazinhas, sentamos no Anahera pra um café bem gostoso e entramos em algumas lojas de vintage. Alias, uma amiga um dia comentou que não se achava nem um chai latte em Lyon rs.. e não é verdade. A gente gosta de café, e tomamos vários muito bons, e Mati recomenda o chai latte do Anahera haha. Que é um ambiente bem aconchegante, vende umas coisinhas legais, e tem bolinhos muito gostosos! Fomos andando até o Mercado Municipal, de lá de volta pra beira do rio, sentamos para um, dois, alguns drinks, brincamos com Carlito pelos parques, jantamos muito bem num restaurante de comida latina, e finalizamos a noite nas vielas lotadas de uma parte mais antiga da cidade. Voltamos exaustos pro hotel, com 20 mil steps na conta. 
Beira do Ródao, lindíssima

Piscina pública

Um mural de Paul Bocuse em frente ao Mercado Municipal



Carlito pelos parques


Muitas intervenções pelas paredes de Lyon


Night agitada


Domingo seguimos de metrô rumo a uma outra área da cidade, no topo de um morro. Tomamos um café da manhã reforçado num lugar lá que não amamos então nem vou por link, rs.. mas de lá fomos atrás das passagens secretas de Lyon, as Traboules. A cidade no passado era um centro de comércio de seda, e para transportar o tecido em dia de chuva, criaram várias passagens cobertas por dentro de prédios. Hoje elas seguem abertas, cheias de arte. Alias, Lyon tem MUITA arte de rua, é muito vibrante. Voltamos andando até a beira do Saône, o outro rio que corta Lyon (o centro da cidade fica numa ilha entre o Ródano e o Saône). Essa área da cidade é mais rosada, mais cor de sépia, muito fotogênica, e muito bonita. O rio me parece menos limpo que o Ródano, mas igualmente belo e interessante. Andamos até o centro antigo, passamos por mais traboules, tomamos mais drinks, comemos snacks, e depois subimos até a Sacre Cour de Lyon. Finalizamos o dia comendo um sushi numa portinha de takeaway. 
Começando o dia no Croix-Rousse, um bairro alto

Uma traboule


E mais uma...

A beira do Saône

Pelas ruas da cidade velha

Mais traboule



Lyon lindíssima!


Na segunda feira, depois de tomar um café da manhã DELÍCIA no Dust Café (recomendo muito!), pegamos estrada e dirigimos outras quatro horas e meia até Paris. Deixamos Lyon com a certeza que voltaremos, e não vai demorar. Fiquei com a impressão que são várias cidades em uma, ora mais nova, ora mais antiga, ora mais solar, ora mais escura, sempre com uma pegada artística e cultural. Sabe aquela cidade pra morar? Foi isso que senti. Um gostinho do que poderia ser Paris se não fossem os milhões de turistas, a sujeira e afins. Além de tudo, Lyon tem uma gastronomia riquíssima, sendo um polo gastronômico na França. Se come muito bem, e tem muita opção de Michelin, inclusive com preços decentes. Comemos muitíssimo bem, mas não fomos aos restaurantes que temos no topo da nossa lista, simplesmente porque era o começo de uma viagem mais longa, e com mais controle no orçamento rs. Mais um motivo pra voltar.  


Pra finalizar, algumas informações práticas: 
  • Como chegar: Lyon é bem conecatada por trem a Paris e Genebra, e a viagem é bem rápida. De Paris, com o TGV, são somente duas horas. De Genebra é similar. A cidade conta também com um aeroporto, que fica cerca de 20km do centro. Pelo que vim, Lufthansa, Austrian, Air France, KLM, BA, Easy Jet, tem voos pousando lá. Nós fomos de carro, e foi uma boa opcão saindo aqui de Zurich. 
  • Transporte na cidade: Lyon é uma cidade grande, mas dentro da área de interesse para quem está visitando, é possível fazer muita coisa a pé. Usamos metrô algumas vezes, e a malha é bem capilar, tem bastante ônibus, achei bem servida de transporte público, que tem o preço bem em conta. Outra opcão são os serviços de bicicleta pública e até patinentes elétricos, que vimos muita gente usando. Como estávamos com Carlito, dessa vez não testamos esses meios rs. 
  • Hospedagem: tem de tudo, para todos os bolsos, né? Mas achei bem em conta, se comparado com outras áreas da França, como Paris e região de Champagne. Como disse, dessa vez ficamos na área de Perrache, e gostei bastante - bem conectada de transporte, com bastante coisa por perto. 
  • Com cachorro: gostamos bastante. A cidade é limpa, tem saquinho para coco em várias lixeiras, tem vários parques, e Carlito foi bem aceito em todos os restaurantes e bares por onde passamos. Quase todos os hotéis que me interessei também aceitavam, e com uma taxa bem em conta para limpeza (acho que em torno de 8 a 10 euros por dia, o que é o mais baixo que já paguei). 

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